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Reportagem da revista Playboy sobre o SWING
Data: 26/03/2006

PLAYBOY percorre os pontos de partida das trocas de casais e desvenda as peripécias desse universo

Por Marco Antônio Lopes e Fabiana Godoy

Com vestido do tipo tubinho, branco e colado ao corpo de curvas bem-acabadas, a bela loura de cabelos compridos dança sensualmente perto do rapaz de camisa xadrez e calça jeans preta. Ela faz todos os movimentos sem tirar os olhos dele. "Chega mais, chega", convida. "Eu quero você hoje!" A música que sai das caixas de som - e estremece a pista com cerca de trinta pessoas meio espremidas ali - é disco da década de 70, que combina com o clima e a decoração pesada do ambiente, de cores escuras, lembrando as boates da época. A loura deixa escorregar de propósito a alça esquerda do vestido - de modo que o rapaz possa ver, extasiado, as marcas fininhas de seu bronzeado - e fica roçando, de costas, no parceiro.
Como os casais se aproximam em um clube de swing Ele então enlaça a cintura da moça e a traz para junto de seu corpo. Segurando a garota com uma das mãos, com a outra ele puxa um outro casal que está ao lado, beijando-se e trocando carícias freneticamente. "Meu amigo, não agüento mais", diz, olhando para o sujeito de blazer cinza e calça social bege abraçado a uma moça também bonita, morena de cabelos curtos, vestida com um conjunto preto de blusa decotada e calça justa. "Sua mulher é uma delícia." O outro agradece o elogio com um sorriso. "A sua também é um tesão", retribui. "Tô louco por ela."

Estamos no Marrakesh, no bairro do Ibirapuera, Zona Sul de São Paulo. E se trata de um clube de swing -ou seja, um lugar de diversão, bebida e música cujo propósito principal é homens e mulheres trocarem de parceiro com outros casais, com o objetivo explícito de ir para a cama. É uma madrugada quente e a casa está apinhada. Adriana, a garota de vestido branco, é casada com Leandro, o rapaz de blazer cinza. Carioca que mora em São Paulo desde criança, ela tem 27 anos, trabalha numa empresa de informática com o marido, que é paulista, analista de sistemas e tem 31 anos. Começaram a namorar no início de 1995 e resolveram morar juntos dois anos depois. Casaram-se em dezembro de 1998. Adriana e Leandro, que freqüentam clubes de swing faz poucos meses, tinham acabado de chegar ao Marrakesh quando, procurando uma mesa, esbarraram na pista de dança com o casal Luiz e Roberta - o rapaz de camisa xadrez e a morena de roupa preta.
Os quatro trocaram olhares, sorriram, soltaram "ois" bem discretos. Pouco depois, só o tempo de Adriana e Leandro começarem a tomar uísque, Roberta aparece na mesa com o marido e pergunta se podem se sentar com eles. "Vocês sempre vêm aqui?", começa a moça de preto, professora paulistana de 25 anos. "Essa é clássica, né?", ela ri, puxando para mais perto Luiz, paulista que tem 24 e é comerciante. "O Marrakesh é um dos nossos clubes preferidos. A gente vem aqui há uns dois anos. Vocês são novos, né?" Em questão de minutos, os quatro - Luiz com Adriana, mulher de Leandro, e este com Roberta, mulher de Luiz - estavam aos beijos. No final da noite, sairiam juntos para o apartamento de Luiz e Roberta, que fica mais perto dali, no bairro do Itaim.

O sucesso dos clubes e dos sites

O universo do swing funciona assim: olhares, paquera e aproximações e, eventualmente, mesmo a transa acontece a quatro. E existem ainda outras variações: um casal na cama com uma garota ou com um homem (o clássico ménage à trois); dois casais transando com uma mulher; seis parceiros juntos...

O leque de opções é amplo. E há cada vez mais pessoas usufruindo dessas possibilidades. Em São Paulo existem mais de dez clubes de swing. Todos vivem lotados nos finais de semana, recebendo, cada um, entre 100 e 300 pessoas por noite. Rio de Janeiro e Curitiba são outras cidades que têm casas do gênero, também bastante concorridas.
O sucesso é tamanho que já existem centenas de sites na internet a respeito do swing. Neles, casais ou homens e mulheres sem companhia exibem suas fotos, à procura de parceiros para compartilhar fantasias. São apenas imagens de corpo, nunca de rosto, já que os swingers fazem questão absoluta de discrição. Também pela rede, alguns clubes divulgam festas e promoções. E, em revistas eróticas, multiplicam-se os anúncios de casais em busca de sexo coletivo. Além disso, uma boa quantidade de praticantes opta por promover festas particulares com amigos.

PLAYBOY visitou mais de dez clubes de swing, esteve em eventos privês e contatou casais que anunciam na internet e em classificados eróticos. Embora os adeptos sejam, sim, reservados - jamais revelam o nome verdadeiro e, às vezes, nem a profissão -, não escondem que a prática virou mesmo uma febre.

Quem são os swingers?

Os swingers têm um perfil parecido: na maioria, são pessoas com idade entre 25 e 40 anos, casadas há não mais de dez (quase todos mantêm relacionamento estável), que estão em bons empregos (muitos possuem diploma universitário), têm carro do ano, freqüentam restaurantes badalados, viajam nas férias para o exterior, moram em bairros de classe média ou de classe média alta e, em alguns casos, têm filhos. Vivem bem, em resumo. Mais: são vaidosos (nove entre dez praticantes ouvidos por PLAYBOY freqüentam alguma academia de ginástica), vestem-se bem e usam perfumes caros. Se tem mulher bonita fazendo swing? Pode acreditar que sim. As mulheres circulam pelas casas do gênero com roupas insinuantes marcando o corpo, em geral bem-feito. O mesmo panorama se repete nas farras privês. E, nas fotos da internet, apesar da falta de foco das imagens, a paisagem é também muito animadora.
"Swing é uma extensão da vida de solteiro", filosofa o paulista Paulo, empresário de 29 anos, casado há oito com Cris, uma belíssima loura de 28, cabelos bem claros e corpo esguio, nascida na capital paulista. Sentados a uma mesa do Casablanca, outro tradicional clube de swing da Zona Sul de São Paulo, os dois estão desde 1996 no "movimento", a maneira pela qual, sem medo do trocadilho, a maioria dos adeptos se refere à prática do swing. "Eu posso desejar a mulher do próximo sem problemas", ele ri. Cris completa: "Sinto o maior tesão por outros homens. Que mal há nisso?" Os dois começaram no swing como muitos casais: lendo anúncios de publicações eróticas. "O Paulo sugeriu. Existia entre nós uma ameaça de a relação cair na rotina", continua Cris. "Para sair do marasmo, alugávamos fitas pornôs. Foi aí que pintaram fantasias de transar com outras pessoas. Quando o Paulo trouxe a revista cheia de classificados, decidimos arriscar."
Passaram então a se corresponder por carta com outros casais. "Demorou cerca de sete meses para tomarmos coragem de partir para o primeiro encontro", lembra-se a paulistana. A estréia sexual de uma pessoa no mundo do swing tem peso comparável ao da primeira transa. A de Paulo e Cris aconteceu numa festa particular. "O curioso é que, já na cama, o Paulo com uma garota e eu com um rapaz, fiquei surpresa com a minha própria reação", conta Cris. "Sentia muito prazer quando olhava para o Paulo e percebia que ele estava se deliciando com a menina", entusiasma-se. "Descobrimos, com o tempo, que transar com outras pessoas é muito mais gostoso quando estamos um pertinho do outro..."

Existe uma certa etiqueta entre os participantes do swing. Daí por que as abordagens quase sempre são feitas em dupla. Cantadas de um homem para uma mulher, quando ela está sozinha num clube ou numa festa, nem sempre são bem-vindas. "Isso é tentativa de traição pura e simples", avalia Alexandre, paulistano, um rapaz de 31 anos que acompanha, na Confraria do Bon Vivant - mais um clube da capital paulista -, a mulher, Vanda, mineira de 24, atraente com seus cabelos lisos e castanhos e pele bem clara. "Saímos com outros casais para fazer as coisas de maneira transparente", explica Vanda. "Temos tesão por outras pessoas, mas queremos saborear juntos as aventuras. Na mesma cama ou no mesmo ambiente."

Casais de verdade

Quem se aventura no clube de swing com uma garota de programa nem sempre tem sorte na conquista. A maioria dos praticantes casados não gosta de quem leva uma parceira paga, já que faz parte da fantasia transar com casais de verdade. Os swingers experientes reconhecem de longe a companhia remunerada de ocasião - e quem estiver ao lado dela pode mesmo acabar a noite, convencionalmente, a dois. "Uma garota de programa não demonstra a menor intimidade com o parceiro", atesta Vanda, que freqüenta clubes como o Casablanca há dois anos (o casamento com Alexandre está no sexto ano). "Sexo pago não funciona conosco. Até porque a nossa primeira vez no swing foi na verdade um ménage com uma menina que fazia striptease no centro de São Paulo. Ela dizia, no meio da transa, que infelizmente teria de ir embora logo. Isso enquanto eu beijava o pescoço dela e o Alexandre transava com a moça. Não foi legal."
Para evitar situações ainda mais embaraçosas, muitas casas não permitem a entrada de pessoas desacompanhadas. "Não adianta nem oferecer gorjeta graúda ao porteiro", avisa um funcionário na recepção de um clube paulistano. "Tem gente que só falta se ajoelhar." Algumas casas chegam a requerer provas do casamento dos freqüentadores. O carioca Ele e Ela, clube do Jardim Botânico, por exemplo, pede que os swingers apresentem, na portaria, documentos como certidão de casamento ou folhas de cheques de conta conjunta. "Vale até mostrar fotos do casório", diz um dos sócios da casa, fundada há dezessete anos.
Quem freqüenta os clubes às vezes reclama da pouca discrição na entrada de alguns deles. "Não é todo o mundo que quer ser visto num local louco como este...", admite um habituê de uma casa paulistana. Há estabelecimentos cujo movimento, na frente, lembra o de uma danceteria, com um bom número de carros estacionados, som alto vazando lá de dentro e um entra-e-sai agitado de freqüentadores. Mas existem outros que satisfazem a preocupação dos clientes com a privacidade e são tão reservados que por fora parecem pacatas residências. O Swing 966, no Pacaembu, na Zona Oeste da capital paulista, é assim. Vizinho a uma inocente escola de inglês, é um sobrado de dois andares. Sem letreiros, nada ali indica que o lugar é um ponto de encontro para troca de casais. Internamente também existem diferenças nos estilos dos clubes.
Há os que contam com pista de dança, som ambiente, mesas, bar e também cabines e salas, para quem quiser experimentar o swing ali mesmo; e aqueles que, sem tanta infra-estrutura, dispõem de quartos e suítes com camas gigantes. O Marrakesh, com sua decoração de boate dos anos 70, faz parte do primeiro grupo. Na pista de dança costumam ficar os freqüentadores que querem apenas ser abordados e, eventualmente, seguir dali para um outro lugar, como foi o caso dos dois pares descritos no início desta reportagem.
Nos fundos da casa a agitação é bem maior porque ficam nessa área as cabines para duas, quatro, seis ou mais pessoas que estiverem a fim da farra irrestrita. Detalhe: quem passa por ali pode assistir, de camarote, à diversão alheia. É que as cabines são fechadas com portas de treliça ou com janelas de vidro, lembrando um aquário. E para os voyeurs a festa se completa num outro ambiente, perto das cabines. Trata-se de uma sala imensa, sem nenhuma iluminação e sem portas, com mesas e sofás. No lugar, casais praticam a troca, o ménage ou apenas se acariciam sem a menor cerimônia.

Tipos de clubes: Marrakesh e Swing 966

Na visita de PLAYBOY ao Marrakesh, vimos um pouco de tudo: na cabine-aquário, uma garota loura, baixinha e com corpo exuberante se divertia com três homens. Versátil, ela acomodava um deles no colo e fazia sexo oral no outro, ao mesmo tempo que masturbava o terceiro. Do lado de fora, um espectador não perdia nada, enquanto a parceira o acariciava sobre a calça. Na cabine ao lado, de treliça, uma mulher transava levando palmadas e um sujeito testemunhava a cena se masturbando.
Na sala maior, seis homens passavam voluptuosamente as mãos no corpo de uma única mulher. O Swing 966 representa o outro estilo de clube. "Ninguém vem aqui para bater papo", revela a dona do clube, uma loura alta e simpática, de cabelos curtos, ela própria uma praticante de swing. "O pessoal vai direto para o segundo andar", diz, apontando para a escada que levam às suítes. O primeiro piso, que habitualmente fica vazio, tem bar, sofás e várias mesinhas. É tão calmo que, até pela decoração em tons bem claros, lembra uma asséptica sala de espera de consultório médico. O de cima, com seus quatro quartos, vive lotado.
Ao subir, o cliente pode ouvir, do corredor, o sussurro dos freqüentadores em ação. Duas suítes têm cama de casal e chave na porta. As outras - sem portas, com espaço maior e dispondo de cama enorme para transar - servem para atividades mais, pode-se dizer, enfáticas. Os habitués do clube não têm mesmo disposição nenhuma para o bate-papo. Nas quatro suítes, as pessoas chegam, tiram a roupa, entram no quarto coletivo e então juntam-se à suruba. Tem swinger que prefere ficar olhando as transas, se excitando; outros gostam de entrar na festa para quatro, seis, oito pessoas, tocando no primeiro que vê pela frente. Não há relações de homem com homem. Mas é comum mulher na cama com outra mulher.
Um freqüentador do 966 tem uma definição isenta de sutilezas sobre o lugar: "É uma casa de abate". Ele completa, sorrindo: "E muito divertida". Como alternativa para a pegação dos clubes, alguns casais, digamos, mais engajados criam cadastro com o nome dos parceiros com quem costumam se relacionar. Eles promovem encontros, rateando com essas pessoas os custos da folia.

Gurus do swing

No métier, os paulistas Richard e Suellen, ambos nascidos há 39 anos em Sorocaba (dez de matrimônio), chegam a ser considerados "gurus" do swing. A dupla pratica desde 1990. Depois de passar um longo período anunciando em revistas eróticas, correspondendo-se e marcando encontros com outros casais, eles passaram a guardar nomes e endereços dos companheiros. "Era tanta gente que tivemos a idéia de alugar chácaras para fazer festas", conta Suellen, uma loura do tipo mignon, bonita e sedutora.
"Os eventos duravam até três dias, com cinqüenta casais." Os festejos promovidos por Richard e Suellen ganharam fama no "movimento". "Muita gente pedia para entrar no nosso mailing", relembra Richard. Hoje os registros dos dois paulistas já contam com mais de 1000 nomes. "Eles vêm de todos os Estados, do Rio Grande do Sul ao Pará", orgulha-se Suellen. "E de outros países também. Uruguai, Bolívia, Portugal, Espanha, Estados Unidos."
O casal de Sorocaba recebe até cinqüenta e-mails por dia e mais de trinta cartas por semana. Promove festas em sítios de São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais e Rio de Janeiro. "São duas por mês", diz a loura. "E não ganhamos nada com isso. Só amigos e diversão", conta Richard. Nas celebrações, além da troca de casais - que acontece discretamente nos quartos -, há prosaicos churrascos, videokê e jogos de vôlei ou futebol.
"Não são surubas generalizadas. O que rola é brincadeira erótica", relata o swinger. "Stripteases, por exemplo." A nova onda entre os praticantes é criar páginas na internet, como forma de conhecer casais para fazer swing. Além das fotos, os anúncios detalham as preferências sexuais dos swingers. Muitos vêm com a ressalva: "Não aceitamos rapazes desacompanhados". Outros são ainda mais específicos: "Estamos à procura de garotas entre 1,70 e 1,80 metro, cabelos castanhos claros, pele sedosa, educadas, gentis e que gostem de fazer striptease". Ou ainda: "Queremos conhecer mulheres inteligentes, cheirosas e que topem só o convencional".

Às vezes não vale beijar - nem transar

PLAYBOY contatou um casal do Vale do Paraíba, no Estado de São Paulo, que possui home page há três anos. Eles têm quatro filhos e preferem não revelar nem mesmo a cidade onde moram. Quando decide conhecer pessoalmente os parceiros com quem se comunicou e combina um encontro - geralmente na residência de um dos casais -, a dupla do Vale do Paraíba só tem uma restrição: "Não permitimos beijo na boca, por ciúme". Mas não é comum essa relativa "infidelidade" do beijo.
Na verdade, a maioria dos casais entrevistados por PLAYBOY faz questão disso. "Para nós é obrigatório!", garante Patrícia, estudante de 24 anos, uma morena de cabelos curtos e estatura baixa, corpinho bem delineado, instalada com o marido, Sérgio, comerciante de 29, numa mesa do Clube do Swing, no bairro da Ponte Pequena, em São Paulo. "Transa sem beijos de língua não têm graça nenhuma."
O sexo anal - sempre com preservativo, aliás uma exigência da maioria dos swingers para ir para a cama - é também habitual na troca de casais. "Depende de cada pessoa, claro", conta a estudante, que freqüenta clubes com a marido desde 1994. "Mas o normal, quando vamos transar em quatro, cinco, seis, é topar tudo. O que não rola é sadomasoquismo."
Mas, curiosamente, a insegurança faz mesmo parte desse universo em que a ousadia é a base do prazer. O casal que se apresenta na internet com o apelido CJS e vive numa cidade da mesma região que os swingers do Vale do Paraíba - e que também se recusa a divulgar detalhes que possam identificar um dos dois - já viveu situações engraçadíssimas por causa disso.
Numa ocasião, a dupla teve de interromper a transa com seus parceiros. "O sujeito que estava com a minha mulher falhou e não havia nada que o fizesse ter ereção", relata o homem. "Mesmo assim, eu fui, tranqüilamente, até o fim com a esposa dele. Ela curtiu muito também. Dias depois, o cara me ligou, aflito: 'Minha mulher gozou com você?' Com um pouco de medo de uma possível reação exasperada do rapaz, respondi: 'Fingiu os orgasmos para excitar você...' Só assim o sujeito se tranqüilizou."
Com receio de passar por um problema desses, alguns casais que fazem swing nem topam, acredite, transar. "Às vezes não acontece nem penetração", relata o comerciante paranaense Marcelo, 35 anos, casado há onze com Jaqueline, de 28. Os dois moram em Curitiba e se relacionam com outros casais desde 1994. "Só carinho e amasso nos satisfazem", revela Marcelo. Por mais estranho que possa parecer, a regra mais importante para quem se aventura no mundo do swing é aquela segundo a qual o casamento é uma instituição sagrada. "Nosso objetivo é procurar emoções, e não amor", diz Jaqueline. "Todo casal swing tem as suas crises.
Se a mulher percebe que a parceira de troca é gatinha, fica insegura", revela Marcelo. É sério. Até porque há casos de transas de swing que culminaram na troca definitiva dos parceiros. "Tem casais aqui no clube que nunca mais voltaram aos seus companheiros originais", revela um dos sócios do clube carioca Ele e Ela. "O mais engraçado é que os dois casais que mudaram seus parceiros continuam amicíssimos até hoje. E fazendo swing!"


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